E esses romances românticos que me perfuram a alma, que me transportam para longe daqui. Navego entre seus sonhos; entre seus braços; entre sua alma. Navegarei ainda por muito tempo e para todos os lugares que se possam imaginar, mas você há de ir comigo e vai... Pelo menos em meus sonhos. Hoje consegui encontrar um pequeno brilho no céu, daquele que não encontrava a tempos, aquele onde faz com que ele me deslumbre, com que ele faça que eu fique apenas a olhar para ele e admirá-lo, como nunca o admirei, meu céu, meu sol, minhas estrelas e minha lua, voltem para mim e me iluminem para o resto de nossas vidas. Nós juntos novamente, seria uma combinação perfeita. Algum dia espero ver o sorriso no meu rosto novamente, daquele jeito de antes, a toda hora e todo momento.. Eu era uma pessoa risonha, ainda sou, não digo que não, mas sinto falta de muita coisa, mas tudo isso tem mostrado como as coisas pequenas são as mais importantes, as únicas. Um olhar para o céu, ver a maravilha das maravilhas, encontrar o belo nas coisas abstratas. Encontrar você nas coisas abstratas... Encontrar as suas coisas abstratas e assim encontrar você, a mais pura abstração de sentimentos, da magia. Ainda me lembro das batidas de meu coração ao te ver, elas nunca foram tão fortes como aquelas. É, não há duvidas... é isto mesmo, é isto mesmo... amor.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
IV
Sinto-me morta, como uma pedra, sem nenhuma ação de vida... Os dias vão passando e cada vez mais torço para que acabem, acabem... Espero que no final das contas de tudo certo que eu continue sendo forte, mais do que sou, mas de uma coisa eu tenho certeza... Serei forte o tempo que for, pois o infinito reina sobre mim. Angústia, ahh que angústia me dá, os dias se passam e se parecem sempre tão iguais, o único sorriso de meu rosto só ocorre as sete horas da noite ou mais tarde, depende do dia. Depende da reação, da hora, do momento, das palavras... Ah, as palavras! Quase me esqueci destas, palavras, palavras. Palavras escritas te dão impressão de infinito, pois estas buscam este. Eu sou o infinito, os romances são infinitos, romances e mais romances.
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terça-feira, 23 de março de 2010
III
Ah, como eu queria. Queria poder acreditar nas suas palavras, acreditar que sou a pessoa mais importante da sua vida, eu queria e como eu queria... Queria que o sol voltasse a raiar como sempre o fez, antes que vocês fossem embora e me deixassem aqui... Eu só queria poder sair daqui e ir para um lugar onde não existisse simplesmente nada, só nós mesmos. Eu queria e como queria. Mas o que se pode mais esperar de romanticos a não ser a dor que sentem a todo momento? Talvez eu seja o problema, o problema está comigo e com todas essas dores que teimam em não cessar. É, é realmente isso, ou não. Que seja, não vai fazer tanta diferença, eu só queria poder sentir a pulsassão rápida de meu coração, mais uma vez, para me sentir viva e livre de todas as coisas que me magoam. A distancia e o tempo me magoam. E cada vez mais sinto que minha respiração está se enfraquecendo, está lenta, lenta, lenta, quase parando, mas realmente parando. Eu já tentei fugir de todas as formas, mas eu sei que não dá e que nunca conseguirei tal façanha. Eu só queria poder me enganar um pouquinho, mas não, não dá, realmente não dá, não sou hipócrita o bastante. Não tem mais como viver sorrindoou em paz, sem você aqui, realmente não tem. Eu só queria poder gastar todo tempo do mundo só com você e ver em seus olhos tudo aquilo que realmente nos importa. Sentimentos, sentimentos, a razão da vida, a charada da vida, ou realmente, a vida, propriamente dita. Os últimos dias, os mais dolorosos, os últimos romanticos... E é assim, de geração a geração onde tudo isso um dia todos cansarão de sentir e nem ao menos irá existir aqueles que tentam sobreviver a realidade, aqueles que não tem para onde fugir e aqueles que não se enganam...
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II
Momentos felizes são poucos, nessa vida solitária semanal, é no final de semanas que nós somos felizes, ela repetia essas palavras atensiosamente. Amigos se disvirtuando. Ainda tenho saudade daquele verão, caloroso que por si só, onde todos nós éramos felizes e unidos como um só. Um pequeno grupo de adolescentes felizes, fazendo tudo que quiser, abraços era o que mais se tinha e a felicidade era a maior coisa que havia em todo mundo. Nada de ruim nos afetava e se afetava estámos nós, para nos proteger de qualquer ato, de qualquer coisinha, fútil ou não. Mas estávamos lá, um para com o outro, pra sempre, pelo menos achávamos. O verão passou, todos foram embora e agora somos os típicos amigos de férias. Eu só queria que isso não acabasse, porque isso que tivemos ano passado, foi a coisa mais linda que já presenciei na minha pequena vida. Só queria que tanta coisa não tivesse mudado, só queria sentir o nosso sentimento mesmo de longe, mas parece que isso só decai. Eu os amo, eu os quero comigo, eu os quero proteger. Eu preciso de vocês. Meus anjos. Obrigada por me ensinarem a viver, obrigada por fazerem eu me sentir eu mesma, obrigada por dizerem que eu era a menina mais importante para vocês, a única que vocês amaram. Espero que isso não tenha mudado, mas se mudou, aqui fica minhas lembranças, onde meus sentimentos nunca mudarão e nunca me esquecerei das pessoas mais importantes pra mim. Meus homens, meus amigos, meus irmãos e meu namorado eu nunca poderia me esquecer de vocês, vocês sempre estarão guardados no lugar mais importante que vocês possam imaginar. Meu coração só bate graças à vocês, últimos romanticos, últimos romanticos.
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segunda-feira, 22 de março de 2010
I
E assim ela havia comentado, com todos, tudo que estava sentindo nesse exato momento. Dores, melancolias, nostalgias. Era uma dor que ela nunca havia sentido antes, uma dor que poderia ganhar de várias destas. A dor de não ter a pessoa amada ao seu lado, a dor da separação por longos caminhos. A dor, somente a dor. Mas esta talvez também seja seu único anestésico. Somente isso. Mais nada a importava, só o amor. Os últimos românticos, estes são os que mais sofrem. Eu garanto, eu garanto. Ela só queria que o dia que raiasse fosse belo, como os de antigamente. E talvez assim, ela veria novamente um dia feliz onde o encontrasse. O seu sentido de vida. Ela só queria isso, não é pedir de mais. Felicidade nunca é pedir demais e nunca é demais. Mas as coisas estão desse jeito, monotonia e tédio se estendem até o fim da cidade. E este clima está pairando no ar. O céu está nublado e os romances mortos. Os últimos românticos, os que mais sofrem, com certeza. Ela queria poder sair daqui por um tempo, para um lugar onde ninguém mais a encontrasse, para algum lugar onde ela não demonstraria sua tristeza, um lugar onde só estivesse o amor. Onde poderia se encontrar novamente, onde poderia viver e não ter mais dores e medos e tudo que a faz sofrer. Ainda digo que não é pedir demais... Ainda digo.
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