Ah, como eu queria. Queria poder acreditar nas suas palavras, acreditar que sou a pessoa mais importante da sua vida, eu queria e como eu queria... Queria que o sol voltasse a raiar como sempre o fez, antes que vocês fossem embora e me deixassem aqui... Eu só queria poder sair daqui e ir para um lugar onde não existisse simplesmente nada, só nós mesmos. Eu queria e como queria. Mas o que se pode mais esperar de romanticos a não ser a dor que sentem a todo momento? Talvez eu seja o problema, o problema está comigo e com todas essas dores que teimam em não cessar. É, é realmente isso, ou não. Que seja, não vai fazer tanta diferença, eu só queria poder sentir a pulsassão rápida de meu coração, mais uma vez, para me sentir viva e livre de todas as coisas que me magoam. A distancia e o tempo me magoam. E cada vez mais sinto que minha respiração está se enfraquecendo, está lenta, lenta, lenta, quase parando, mas realmente parando. Eu já tentei fugir de todas as formas, mas eu sei que não dá e que nunca conseguirei tal façanha. Eu só queria poder me enganar um pouquinho, mas não, não dá, realmente não dá, não sou hipócrita o bastante. Não tem mais como viver sorrindoou em paz, sem você aqui, realmente não tem. Eu só queria poder gastar todo tempo do mundo só com você e ver em seus olhos tudo aquilo que realmente nos importa. Sentimentos, sentimentos, a razão da vida, a charada da vida, ou realmente, a vida, propriamente dita. Os últimos dias, os mais dolorosos, os últimos romanticos... E é assim, de geração a geração onde tudo isso um dia todos cansarão de sentir e nem ao menos irá existir aqueles que tentam sobreviver a realidade, aqueles que não tem para onde fugir e aqueles que não se enganam...
- Last Romantic
terça-feira, 23 de março de 2010
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