quinta-feira, 13 de maio de 2010

Crianças Perdidas

eu estou parado,bobo,olhando para o teto,e para toda beleza em sua volta,
Com nossos costumes maçante,
deixei minha fragilidade de lado,
Eu nunca vou conseguir me abandonar,se eu não deixar a minha juventude,
Meus Tempos,Nossos Tempos.
Tomei meu tempo,e me apressei.
Não sou mais o mesmo depois dessa noite,e depois de mais uma lua,
Somos só Crianças perdidas no escuro.
Mais hoje,eu consigo respirar a vida,e o sereno.
O impossivel e o possivel já aconteceram,
Em que eu mal possa esperar pra sair lá fora,
e sentir o vento batendo no rosto.
Como os velhos tempos,sim como os velhos tempos.
Eu sempre quis mais da vida do que ela pode me dar,
Não posso esperar o Amanha.
Pare,e escute o som da noite,ela berrra para os amantes,
É aqui onde nossos ossos,e nosso sangue descansarão,
esquecidos e regenerados pela terra.
As gotas de chuvas caem em todas as direções,
Esse silêncio congelante me deixa louco,
Suas promessas me deixam no chão,
Eu não tenho mais do que me arrepender logo agora.
O ar nulo,pra nada serve.
Ele cai sobre mais um sol de Verão.
A Armagura me deixou sozinho,
Agora não posso correr.
Seu sorriso me mostro um sentido diferente,
E Nossa Almas vão caminhar Eternamente ao rumo do infinito.
Aonde os Dias não são dias,e sim são momentos felizes.

lucs

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