sábado, 25 de setembro de 2010
Poemas das linhas modernas
Eu queria poder ter vários heterônimos na vida, por que as pessoas têm que gostar de uma coisa só? Seres humanos são seres estranhos, gostos e personalidades paralelos, contrários... Bipolaridade e polaridade, dois pólos, dois jeitos, dois ritmos... Humanas ou Biológicas? Por que tenho que escolher uma entre as duas, se as duas me completam por inteiro? Se Sou a soma das duas, se elas giram uma em torno da outra, completadas em uma só alma? A minha. Futuro, coisa estranha, nos estressa... O tempo, o maior inimigo de todos, nos detona, nos acaba, nos crucifica. A vida, nossa virtude, nosso sonho. Felicidade, tristeza, hipocrisia que nos cruzam, nos forma, nos ilustra. Poemas, canções, melodias, coisas não tão paralelas nem tão distintas, moderno, démodé,vintage, fotografias, telas e poemas distorcidos, subjetividade, queria eu ser igual a Fernando Pessoa, uma pessoa só divida em três. Todos possuem muitas verdades em si mesmo, muitas vezes estas nem sempre se cruzam, mas fazem parte delas, mas isso pouco importa se nós encontramos a nossa essência, encontrando o eu verdadeiro nas linhas antagônicas, paralelas e convexas, um por todos e todos pela felicidade.
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